O estigma da loucura ūüėĪ‚úíūüďö

Diferen√ßas no campo das subjetividades que escapam aos eixos de uma suposta "normalidade", tendem a pressupor a exist√™ncia de um indiv√≠duo "louco". V√™-se tratar-se de uma constru√ß√£o sob as bases do "mal dizer", de compara√ß√Ķes impr√≥prias e indevidas, de referenciais espec√≠ficos balizados em um modo de existir padronizado, de manuais e c√≥digos produzidos sob √≥tica categorizante e segregaria, visando encher os bolsos das ind√ļstrias farmac√™uticas. N√£o se comporta assim a face heterog√™nea das trajet√≥rias e percursos hist√≥ricos de qualquer pessoa. Espera-se que determinados modelos te√≥ricos pr√© concebidos deem conta da diversidade, possam explicar fen√īmenos singulares. O que escapa √© encampado pela loucura. Del√≠rios e alucina√ß√Ķes est√£o longe de fazer parte somente dos pacientes psic√≥ticos, sobretudo √†queles que se enquadram na esquizofrenia. A chamada realidade n√£o compartilhada isenta-se de ser exclusiva dos ainda rotulados como d√©beis na mentalidade. Observem os poetas, artistas em geral! Processos cognitivos se desenvolvem a partir da estimula√ß√£o adequada e ainda podem ser prejudicados por les√Ķes org√Ęnicas cerebrais, de diferentes origens, incluindo drogadi√ß√£o dos genitores. A quest√£o √© que h√° espa√ßo pra todos no √Ęmbito da socializa√ß√£o. INDEPENDENTE DE SEUS PREJU√ćZOS E COMPROMETIMENTOS. Entre as potencialidades e as restri√ß√Ķes existe um sujeito que reinvindica lugar e voz. O rem√©dio a ser administrado e de melhor efic√°cia ser√° sempre o amor, a empatia, o respeito, a escuta, o olhar de algu√©m que se importe e se reporte ao outro como sujeito suposto querer.

Franklin da S. Prata

Psicólogo Especialista em Clínica

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